Bons amigos trocam ideias, mas se necessário, falam verdades um na cara do outro.
Bons camaradas segredam, aconselham-se, defedem seus iguais, ainda que seus semelhantes sejam diferentes, desiguais, principalmente, nos gostos, crenças ou descrenças.
Manos bons… Não temem falácias e maledicências. Ambos sabem que a língua alheia potencializa mágoas.
Um bom amigo sabe a hora de falar tudo e, prevê quando é instante de nada dizer.
Talvez, justamente por isso, não faço amizades… Reconheço os companheiros meus, e ‘pra’ estes, não conto tempo, favor ou dinheiro.
Porém, se a confiança se esgotar, tem briga não, amigos meus… sigamos o bom proceder – o silêncio mútuo e conversão de sentindos são formas justas… Guardam a gente da gente.


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