“QUEM TE MATOU, CAVEIRA?”

Por Wilson Albino Pereira

A língua é um músculo e está localizada na cavidade bucal. Isso, enquanto substantivo, claro. Sendo assim, serve para falar, degustar, engolir e também para funções mais carnais que, não vem ao caso no momento. Enquanto “conjunto de palavras faladas ou escritas utilizada por uma nação”, ela é classificada pelos estudiosos como um sistema.

Alguns escritores acompanham-na bem de pertinho. É o caso de Fernando Veríssimo no texto “O Gigolô das Palavras.”

Em seu livro “Português Passo a Passo”, o gramático Pasquale Cipro Neto faz a língua marchar  elegantemente. Bom, também, se ela não for subserviente, o homem dá-lhe de laço dobrado, além de diminuir-lhe as rédeas que já são curtíssimas.

Mas, Há, também, quem deixa a língua completamente nua. Este é o proceder de Marcos Bagno que, sem o menor esforço a despi dos mitos. Não estou inventando isso. Quem quiser conferir… Está escrito no livro “Preconceitos Linguisticos.” Assim, com o auxílio dos linguístas e, aos olhos de todos, a língua baila peladona, livre e ‘gostoza’. Ops! Digo, GOSTOSA.

Trocando em miúdos, a língua é viva, pois, representa o mais poderoso instrumento de interação social, político e cultural. Se bem articulada serve de ponte do indivíduo com o mundo. Entretanto, quem faz mau uso dela encontra gigantescas muralhas ou abismos de profundezas incalculáveis. Tudo isso por causa de um único motivo – falha na comunicação.

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Uma resposta para ““QUEM TE MATOU, CAVEIRA?””.

  1. muito bom texto

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